Eu vi

Aviso

Desbloqueei os comentários do Blog. Agora todos podem comentar.

Crianças

No domingo de manhã reparei numa criança, na igreja. Com quase um ano de idade, todos a amam, querem estar com ela, beijá-la e abraçá-la. Há um carinho e vontade de cuidar daquela criança, que ainda não sabe, mas quando adulta, não terá tanta facilidade em ser aceita e amada. Fiquei me perguntando: Será que algum dia, como aquela criança, eu fui amado, protegido, abraçado e beijado? Não sei, talvez sim, talvez não. E ficou uma saudade de um tempo que nem sei se eu vivi.

É ela!

Acabou a tempestade eleitoral e Campos já tem uma nova prefeita. Uma paz reina sobre a cidade, e algo me diz que é o prenúncio de um novo tempo sobre a planície.

Boa semana!!!

Cobertura - Eleições

Essa cobertura das eleições por parte da imprensa escrita está de doer. A manchete da Folha de hoje era inacreditável: “É ela! Por bem ou por mal”. Qualquer coisa. O Diário também não anda lá essas coisas não, vez por outra dá umas escorregadas dessas. E o Monitor dá a leve impressão de por precaução, estar afastado demais da cobertura política da cidade, parece um jornal de São Paulo cobrindo as eleições de Campos. Os blogs têm desempenhado papel importantíssimo nessa cobertura, destacando-se o  http://www.urgente.blogspot.com/, de Vitor Menezes e o http://robertomoraes.blogspot.com/ do professor Roberto Moraes.

Debate - Segundo turno

Bom sobre, o debate de domingo o que dizer? Clima tenso em todos os momentos. A exceção era quando Arnaldo terminava de responder e fazia aquela cara de “acabei com ela agora”. Cômico se não fosse trágico. O pedetista atrapalhou-se por vários momentos e disfarçava seu descontrole sobre o tempo de resposta afirmando que estava “satisfeito”. Rosinha poderia ter se segurado mais e não ter entrado no jogo adversário, e cansou com a afirmação “mais uma vez o candidato falta com a verdade”. Mas a peemedebista se saiu bem deste penúltimo debate. Um vencedor? Muuuuuuuu, não sei não...

Comunicar

Comunicação. É a primeira coisa que realmente aprendemos na nossa vida. O engraçado é que, depois que crescemos, aprendemos as palavras e realmente começamos a falar, fica mais difícil saber o que dizer. Ou como pedir aquilo que realmente precisamos.

 

No final das contas, há algumas coisas que não dá para evitar de comentar. Algumas coisas que a gente não quer ouvir e algumas coisas que a gente fala porque não dá para segurar mais. Algumas coisas são mais do que você diz, elas são o que você faz. Algumas coisas você fala porque não há outra opção. Algumas coisas você guarda pra você mesmo. E, não raro, às vezes algumas coisas falam por si só.

...

Decisões a serem tomadas, que podem mudar muita coisa no próximos dias.

Não, eu não tirei isso de horóscopo nenhum.

É apenas algo que está em meu espírito.

Epitáfio

De todos os males que me causaste
Um bem me fizeste.
Me revelaste que não há espaço no mundo para gente como eu.
Por isso mudei.
E tem dado certo.
Obrigado por me destruir.
Só assim pude renascer das minhas próprias cinzas.
Obrigado por me ignorar
Só assim pude perceber que não valia a pena.
Obrigado por ser como você é.
Só assim tenho a certeza de que não sou a pior pessoa do mundo
Obrigado por ser como você é.
Só assim posso ter a certeza de que sinto apenas pena por você.

Porque você é uma fraude.
É tudo mentira.
E lá no fundo você sabe disso.
E isso é tão triste.
Tão triste.


Coitada de você.

Minha segunda matéria

Brancos e negros mais distantes no ensino superior 

Lênin Willemen com Agência Brasil 

Pesquisa divulgada hoje pelo IBGE com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007 aponta que as desigualdades sociais entre brancos e negros se agravaram na última década. Em 1997, um a cada dez brancos (9,6%) tinha nível superior completo. Essa proporção era de um para cada 50 (2,2%) entre os de cor preta e parda. Em 2007, esses percentuais são de 13,4% e 4% respectivamente.

Carolina Pessoa, de 20 anos, branca, é estudante do terceiro período de Comunicação Social da UERJ, e diz que a maioria de seus amigos entrou na universidade pela política de cotas: "Aqui na universidade, a maior parte das pessoas não é nem 100% negra nem 100% branca, são misturadas. E muitas vezes, quem entra, não consegue concluir o curso se não tiver uma bolsa para ajudar, porque a faculdade toma todo o tempo". Sobre o sistema de cotas, Carolina comenta: "Acho uma boa idéia. Um pouco mal aplicada, mas sou 100% a favor. É a única maneira de tentar equilibrar um pouco essa situação caótica do ensino em todos os níveis". A estudante é campista e está estudando na capital há um ano e meio.

 

Bruno Oliveira é aluno da Faculdade de Odontologia de Campos. Negro, 21 anos, ele diz que ser contra o sistema de cotas. "Acho que o sistema de ensino deveria ser reformulado para dar condições a todos de disputarem as vagas das universidades de igual para igual." Bruno ainda conta que existem apenas três negros na sua turma. "É um percentual muito baixo", afirma. A pesquisa mostra que a situação na classe de Bruno não é a exceção: A taxa de freqüência das pessoas de cor preta e parda às instituições de ensino superior não alcançou, em 2007, o patamar que os brancos tinham dez anos antes. A diferença a favor dos brancos, em vez de diminuir, aumentou nesse período: em 1997, eram 9,6 pontos percentuais aos 21 anos de idade, enquanto em 2007 esta diferença saltou para 15,8 pontos percentuais.

 

 A professora de Sociologia do curso de Comunicação Social da FAFIC (Faculdade de Filosofia de Campos), Crisolícia Regina também se posiciona contra o sistema de cotas. "O sistema de cotas, na verdade, é uma política que é limitada em si mesma, porque não alcança quem deveria alcançar e não corrige a distorção social que o Governo pensou que ia corrigir".

 

Crisolícia também afirma que a própria lei de cotas castra as pessoas pardas e negras estabelecendo os guetos. Ela afirma ainda, que a cota não é a solução, mas continua segmentando quem já era segmentado. Na verdade própria legislação está atrelada a um quesito que diz que as universidades aderem ao processo de cotas por opção. E, na opinião da professora, geralmente as instituições que fazem essa opção, são as universidades que têm menor índice de qualidade; então os aprovados por cotas acabam permanecendo apartados de um ensino de qualidade.

A professora conclui: "Há um processo histórico nisso tudo, onde há um maior índice de agrupamento nas categorias menos favorecidas, então se você tem uma privatização do ensino superior, logicamente quem já é desprivilegiado socialmente quanto ao poder aquisitivo, também é desprivilegiado no acesso ao ensino. Na sala de aula a gente percebe essa diferença. Com uma enquete rápida você percebe que a quantidade de negros é muito menor do que o número de brancos”. Se não fosse o resultado da pesquisa, os mais céticos poderiam afirmar que Crisolícia é professora de Bruno, mas a “coincidência” exposta na matéria é apenas comprovação de que negros e brancos seguem em caminhos distantes no Ensino Superior do Brasil.

O debate

Bom, aí vão as impressões que tive sobre os candidatos a prefeitura no debate promovido pela TV Record.

 

 

Marcelo Vivório – Extremamente mal-educado e sem nenhuma proposta apresentada ao longo do debate. Mostrou-se despreparado e coleguinha demais de Arnaldo Vianna, evitando ao máximo, críticas ao deputado. Sua candidatura é uma piada de mau gosto ao processo político.

 

Graciete Santana – Deu pena. Nem ela acredita em si mesma. Nervosa e confusa, não conseguiu apresentar nenhuma proposta com alguma coerência na linha de raciocínio. Perdeu-se nos tempos de resposta e não soube questionar nenhum adversário com clareza. Poderia ter sido mais incisiva na questão da educação, que é a sua área, mas teve uma participação apática.

 

Paulo Feijó – Tentou posar de metralhadora giratória, mas suas críticas só foram direcionadas para Arnaldo Vianna e Vivório. Poupou muito a ex-governadora Rosinha, e foi ofuscado pelo falastrão Marcelo Vivório. Também errou ao dizer que falar sobre a situação política da cidade era mais importante do que apresentar projetos. Talvez até fosse. Mas não naquele momento.

 

Odete Rocha – Grata surpresa deste debate. Mostrou-se segura, questionou muito bem Arnaldo e Rosinha, foi dura nas críticas quando devia ser, e apresentou bem os seus projetos. Deve se destacar mais no debate da INTERTV, quando não perderemos tempo com Marcelo Vivório e Graciete Santana.

 

Arnaldo Vianna – Debate nunca foi o seu forte. Mas ontem o candidato estava muito desconcertado. Perdeu-se no tempo de réplicas e respostas por várias vezes, não quis responder o que pensa sobre o governo Mocaiber e ficou batendo numa pauta velha, a do Silverinha. Mas esqueceu-se que tem “telhado de vidro”.

 

Rosinha – Esteve segura em todas as suas colocações e pronunciou-se sempre com coerência. Mas Rosinha é profissional da área de comunicação, por isso sua desenvoltura diante das câmeras e dos microfones não deve ser encarada como virtude extrema. Apesar de segura, esperava-se mais dela no debate, mas também deve se sair melhor no debate da InterTV.


Mensagem Anônima

“...FULANO(PREFEITO) ROUBOU, ROUBA, MAS FAZ...!”

 

 

         Quantas vezes muitos de nós, já ouvimos esta frase referindo-se a um determinado político de nossa cidade: “Fulano roubou, mas faz!”? Estamos tão acostumados a repetir frases como se fôssemos um papagaio e não refletimos sobre o que estamos proferindo. Como podemos conscientemente estar dizendo que reconhecemos, e até admitimos que alguém “roube”, mas merece crédito para que continue a sua prática, sendo que em proporção cada vez maior, já que estamos dando respaldo para que tudo isto continue.

 

         Somos de certa forma, responsáveis por tudo isso, mesmo que nenhum de nós queira admitir este fato.

 

         Agora, pense nisto: Você entregaria a sua empresa, caso a tivesse, ou a sua casa a uma pessoa que já lhe roubou e não foi responsabilizada por isso, e que continuará a roubar em proporções cada vez maiores, já que de certa forma, você concorda e acha até natural que isto aconteça?

 

         Se não faria, como pode entregar a sua cidade para esta pessoa administrar?

 

Reflita sobre isso e veja a quem você vai entregar a sua cidade  para governar.

 

 

 Uma popular

Cia de Arte Persona no Sesc com performance


Atores Estudo sobre autor deu origem à encenação de hoje

 

A Cia de Arte Persona apresenta hoje à noite uma performance inspirada nas obras de Nélson Rodrigues, parte da programação sobre os “Autores Malditos” do Sesc no mês de setembro. A apresentação será às 20h, no próprio Sesc.

Essa performance conta com dois casais, encenando diversas idéias expressas pelo autor ao longo de sua obra. De acordo com a diretora da Cia de Arte Persona, Tânia Pessanha, será uma performance com variadas linguagens e expressões:

— Vamos apresentar uma performance de corpo, texto, músicas, voz. Os atores vão mostrar vários aspectos da obra de Nélson Rodrigues, como as doenças, as taras, as críticas sociais — explica.

As frases memoráveis do escritor fazem parte da performance de hoje. O clima das tragédias e a paixão dele pelo futebol também dão o tom do trabalho a ser apresentado pelos atores no palco.

A montagem de trabalhos sobre Nélson Rodrigues surgiu de uma série de estudos feitos pela Cia de Arte Persona em cima de sua obra, iniciados em 2001, dando origem à encenação da peça “Decote”. E todo esse trabalho de pesquisa vai estar na performance de hoje no Sesc, com movimentos corporais, trilha sonora e textos que, pela promessa da Cia de Arte Persona, vai causar muitas e fortes emoções na platéia.

— Nelson Rodrigues ainda provoca muitos sentimentos na platéia — diz Tânia.

Continuando as apresentações sobre o autor, a Cia de Arte Persona também sobe aos palcos do Sesc no sábado, para levar o espetáculo “A Serpente”, uma das últimas escritas pelo autor.

Folha da Manhã - 17/09/08

Mais um da Nara

Não tenho a mínima idéia de como as coisas vão terminar, MAS hoje sei que minha vida tem um dono e que Ele me conduz para o bem.

"Este é o Deus cujo caminho é perfeito (...) Ele é o Deus que me reveste de força e torna perfeito o meu caminho". Salmos 18. 30a, 32

"Mas temos este tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós. De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos". 2 Cor. 4.7-9

Em tempos de provas, o tentador aumenta o volume de mentiras sopradas aos nossos ouvidos. Estejamos atentos!Enfim, Deus permanece o mesmo e nunca seria capaz de me abandonar. Com meu Deus eu salto muralhas!
Paz!!"

Minha Primeira Matéria

Com os dois pés na África

 

Exposição fotográfica de Wellington Cordeiro mostra que o Norte Fluminense também tem suas “Africanidades”.

 

 

 

            Está em exposição desde o começo do mês no hall de entrada da Faculdade de Filosofia de Campos, a mostra “Africanidades”, de Wellington Cordeiro. As fotografias foram tiradas em Campos, Quissamã, São Francisco do Itabapoana e na localidade de Kissama, em Angola. A iniciativa partiu da Prefeitura de Quissamã, onde está a localidade de Machadinha, que é habitada por descendentes de escravos. Quem já conferiu o trabalho, aprovou: “O trabalho do Wellington é espetacular. Ele não faz por fazer, faz por paixão. A foto que mais gosto é a do fogão de lenha.”, diz Giselle Soares, aluna do curso de Jornalismo, referindo-se à fotografia em que Wellington enquadra uma senhora de baixo para cima, colocando-a literalmente na boca do fogão. Verônica Fraga, aluna de Letras se surpreendeu: “Acho incrível como ele foge do lugar comum e consegue achar a beleza no meio de tanta miséria.”.

            Wellington conta que aprendeu muito sobre a história local com o trabalho. “Quando os sete capitães chegaram às terras que hoje correspondem ao município de Quissamã, encontraram apenas um negro no meio dos índios. E este negro disse que era de Kissama, em Angola.”

            Os grandes desafios foram encontrados durante a viagem para o continente africano. O fotógrafo relata que logo no aeroporto de Luanda, capital Angolana, quase foi vítima de extorsão na alfândega, saindo pela tangente alegando que ainda não tinha passado por uma casa de câmbio. “O país é muito rico, mas muito corrupto. Por exemplo, o presidente simplesmente deu a companhia telefônica estatal para a própria filha. E o filho do presidente controla a empresa de petróleo do país. A única TV é estatal. A capital, Luanda, está em ruínas depois de trinta anos de guerra fria, que terminou em 2004. Em setembro, o país passa por eleições, mas a oposição ao regime ditatorial é muito fraca.”. Wellington relata ainda outras dificuldades encontradas: “Houve resistência da maioria da população em ser fotografada, a guerra ainda muito presente na cabeça das pessoas, o governo reprime, a polícia local é corrupta. Chegamos a ficar detidos por algum tempo, quando estivemos numa comunidade religiosa. Como já havíamos sido prevenidos sobre a polícia local, levamos algumas camisas da seleção brasileira e logo o clima mudou.”.

            No interior, Wellington encontrou menos resistência por parte da população. Na primeira comunidade visitada fora da capital, a comitiva brasileira teve boa recepção, principalmente por parte das crianças. Toda a comunidade acolheu bem o grupo. Na segunda comunidade, um fato curioso: após o trabalho concluído, a equipe se sensibilizou e quis deixar uma quantia com uma senhora da comunidade, ela prontamente recusou, e só após muita insistência dos brasileiros, ela aceitou com a condição de poder dar algo em troca, no caso, uma mandioca, que é a principal fonte de alimentação dessas comunidades.

As fotografias já foram expostas em duas mostras no município de Quissamã e em uma na Semana de História, em Campos, e devem fazer parte de um catálogo que pretende contar a história da escravidão na região do Norte Fluminense.

Ainda lembro

alinegusmao20 em 1/09/2007 - 20h31m escreveu:
Lênin, tenho aprendido q tudo aquilo que não nos mata, nos deixa mais fortes...Tudo o que passamos, por mais difícil que tenha sido, se não nos fez morrer, nos deixou bem mais fortes!!! E Deus, às vezes, permite essas fases difíceis na nossa vida, para que tenhamos mais força pra o que ainda está por vir...
O bom de tudo isso é que Deus está sempre ao nosso lado...ainda bem, neh...
Brother, fik na Paz!

 

Josete em 10/05/2007 - 08h05m escreveu:
Viva! O dia de hj chegou. "O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã". Te abençõo neste dia. E p melhorar tudo mais ainda, temos tarefa hj. Lembra-se? enqto caminhamos, Deus vai nos curando. Bjs Josete

l0ira (Glória) em 10/05/2007 - 10h24m escreveu:
Que o Senhor Jesus te de forças pra continuar a caminhada!!!
contra mão do mundo, certo??
bjs lenin!!
kalker coisa tamos aeeE!!

 

Aninha em 7/03/2007 - 10h35m escreveu:

Tem dia que fica tudo estranho mesmo...ai vc lembra que tem um Amigo, um Irmão mais velho, um Salvador, um Pastor...um PAI que é dono de tudo e pode te dar tudo. E se vc tem ELE, o que mais pode querer? (Salmos 73:11) Ai vc fica feliz instantaneamente.
E lembra tbm que tem amigos....que têm aprendido a te amar com um amor verdadeiro

BEIJOS!!!
 

 

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