De volta!

Oi pessoas!

Descobri que esse blog é acompanhado por pessoas de verdade! Sempre achei que isso aqui fosse realmente "Monólogos de um eremita". Acho até que vou mudar o título.

Bom, "Minha vó contou" foi incrível, quem não viu, perdeu! Me parece que temos a turma de primeiro ano mais dentro da Persona desde a turma de Luciana, Maria Luiza, Tamires e Claudinha. Chapeuzinho Vermelho foi um sucesso, todos amaram.

Acho que finalmente meu organismo somatizou todas as angústias dos últimos meses. Uma crise violenta de inflamação na garganta me tombou ontem. Tô melhorando, mas aos poucos.

E é isso.

Aninha e Ednalva

Duas pessoas diferentes. Parte da mesma equipe, mas pessoas diferentes. Aninha eu conheço desde sempre. Ednalva há pouco mais de três anos. Duas preciosas servas que Deus usou na tarde de terça-feira para me buscarem lá no fundo do poço, vazio, solitário, frio. O papo que tivemos ontem, foi uma oportunidade de ver, de ouvir, de entender e aceitar as coisas como elas realmente são. Obrigado meninas. Por mostrarem que o inverno não dura para sempre. Por me fazerem ver que a primavera já tinha chegado, mas eu ainda estava agasalhado para o frio. Agora é só deixar o calor entrar, e descongelar esse coração que por tanto tempo sofreu com o tempo.

A equipe

Era mais uma "Operação Carnaval" e era o ano de 2006. Equipes foram montadas para a ação daquele ano. Estava na sala de Tia Selma e comecei a pecerber uma movimentação na ala esquerda da Congregação. Amigos tão queridos, de longa data estava se unindo numa das equipes. Conversei com Josete e acertei que comporia aquele grupo.

Foram dias especiais os primeiros da nossa equipe. Tanto, que ao final daquele ajuntamento de oitenta e cinco horas, nós tínhamos a certeza: Queríamos continuar juntos. E continuamos. Pessoas de origens diferentes, como Vanessa, Elaine, Suellen, Eu e Dani, remanescentes da P5; Josete, vindo de uma PIS, o imenso contigente de instrumentistas que leva a nossa equipe a ser conhecida como a "equipe dos levitas". Diferenças que desapareciam quando estávamos juntos.

A equipe. Um grupo que eu sempre amei e sempre quis que estivesse junto. Não posso abandonar, não posso sair. Se tem alguém no lugar errado, esse alguém não sou eu.

Demais - Grey's Anatomy

Quando você era criança, era com os doces. Você escondia tudo dos pais e comia até passar mal. Na faculdade, ou na juventude, você aproveita o quanto puder das fases boas, porque elas não aparecem o quanto elas deveriam. Porque as boas coisas não são sempre o que aparentam. Muito de qualquer coisa, mesmo amor, nunca é uma coisa boa.

E como você sabe que demais é demais?

Cedo demais.
Informação demais.
Diversão demais.
Amor demais.
Pedir demais...

E quando tudo passa a ser coisa demais para se aguentar?

Aviso

Desbloqueei os comentários do Blog. Agora todos podem comentar.

Casulo

Não sabemos, ou fingimos não saber a hora de mudar. Mudanças são dolorosas, porque implicam em deixar algo para trás e abraçar o desconhecido, o novo, o diferente. Evitamos ao máximo esse processo, e só mudamos de verdade quando nos vemos acuados e sem saída. Quando nos vemos feridos. Quando tudo se encaminha para um futuro diferente daquele que planejamos. Mudamos porque somos obrigados.

Algumas mudanças são repentinas. De uma hora para outra, a gente percebe que tem algo diferente dentro de nós. Mas existe aquela transformação que é só nossa, e requer tempo. A gente precisa entender o que está acontecendo e entrar no casulo. Ali começamos a metamorfose. Dali só sairemos quando estivermos prontos para encarar o mundo novamente; quando pudermos enfrentar os desafios de se viver num mundo mutante, cheio de pessoas mudando o tempo todo.

Juventude abortada

Envelheci dez anos em 2008.

Crianças

No domingo de manhã reparei numa criança, na igreja. Com quase um ano de idade, todos a amam, querem estar com ela, beijá-la e abraçá-la. Há um carinho e vontade de cuidar daquela criança, que ainda não sabe, mas quando adulta, não terá tanta facilidade em ser aceita e amada. Fiquei me perguntando: Será que algum dia, como aquela criança, eu fui amado, protegido, abraçado e beijado? Não sei, talvez sim, talvez não. E ficou uma saudade de um tempo que nem sei se eu vivi.

Abismo

Em mim ecoa um vazio terrível nesta semana. Eu queria entender como um relacionamento pôde ter me destruído a ponto de eu esquecer como se sorri. Talvez o que mais me doa é ser ignorado, porque me faz perceber que foi tudo mentira, não havia sentimento nenhum por parte dela. E a forma como tudo acabou, o que veio depois, uma sucessão de erros e mentiras. Eu imagino que se eu estivesse vendo de fora, não entenderia esse sofrimento todo. Mas a dor é algo que a gente não explica, não tem razão de ser, ela apenas fere e mata aos poucos

Uma anestesia. Era disso que eu precisava. Algo que me fizesse passar os dias, as semanas, sem sentir nada. Eu nunca estive tão mal. Nunca estive tão sem esperança. Apenas um espectador que vê os dias passarem como um filme triste, e torce para que logo chegue até o final. Nunca estive tão sem vontade de viver.

Segunda

Se redescobrir no meio da tempestade é algo difícil, mas quando conseguimos, parece que nos tornamos outras pessoas, melhores, mais fortes e mais seguras. Não podemos esperar a cura vir para continuarmos a caminhar, não podemos esperar o coração parar de sangrar todas as dores para voltar a sorrir. É preciso cantar novamente a canção do amor.

É ela!

Acabou a tempestade eleitoral e Campos já tem uma nova prefeita. Uma paz reina sobre a cidade, e algo me diz que é o prenúncio de um novo tempo sobre a planície.

Boa semana!!!

Amar alguém

Amar alguém é uma experiência pela qual todos passamos na vida. E a forma como reagimos a esse sentimento é que determina o futuro dele.

Há quem se entregue de corpo e alma, sem se importar com o depois. Existem aqueles que platonicamente se preservam demais, e nunca descobrem se seriam correspondidos. Tem quem ame tanto e, por isso mesmo, brigue tanto.

Amar alguém é um caminho sem volta, e você nem mesmo sabe quando começou a andar nele.

Cidade deserta

Hoje tive uma sensação estranha. Uma paz que me deu certo medo. Uma quietude na cidade, um clima de serenidade e de calma que muito me lembram aqueles silêncios que antecedem uma explosão. O pleito de domingo pode ser apenas mais uma etapa de 2004, o ano que não acabou; mas não é isso que a cidade espera e merece. Oremos irmãos, oremos. A semana pode ser decisiva e tem tudo para ser o começo de um novo tempo em nossa cidade.

Cobertura - Eleições

Essa cobertura das eleições por parte da imprensa escrita está de doer. A manchete da Folha de hoje era inacreditável: “É ela! Por bem ou por mal”. Qualquer coisa. O Diário também não anda lá essas coisas não, vez por outra dá umas escorregadas dessas. E o Monitor dá a leve impressão de por precaução, estar afastado demais da cobertura política da cidade, parece um jornal de São Paulo cobrindo as eleições de Campos. Os blogs têm desempenhado papel importantíssimo nessa cobertura, destacando-se o  http://www.urgente.blogspot.com/, de Vitor Menezes e o http://robertomoraes.blogspot.com/ do professor Roberto Moraes.

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